Casamento Judaico

casamento judaico é uma cerimônia cheia de significados, simbologias e rituais, por isso não é qualquer profissional que está apto a ser um fotógrafo de casamento judaico. Se você, assim como nós é apaixonado por outras culturas e tem curiosidades sobre o casamento judaico, vai gostar de conhecer um pouco mais das simbologias que iremos relatar neste post, mas como o casamento judaico tem muitas tradições, iremos mencionar apenas as que mais nos chamam a atenção para não deixar um post tão grande. Confira:

Casamento Judaico

Yom Kipur: Para os noivos o dia do casamento judaico é como um Yom Kipur pessoal (dia do perdão) . A tradição diz que neste dia D´us perdoa ambos pelas transgressões cometidas antes, para que os dois possam começar uma vida nova juntos, em um estado totalmente puro. E é por isso que a noiva costuma vestir cores claras, para representar esta pureza. Este dia deve ser passado em jejum, oração, atos de bondade (tsedacá) e reflexão espiritual.

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Uma antiga tradição aconselha noiva e noivo a jejuarem no dia de seu casamento, desde o nascer do sol até depois da cerimônia em baixo da chupá, pálio nupcial, comendo a sua primeira refeição juntos no fim da cerimônia nupcial.

Kipá: De acordo com o costume, os homens mantêm a kipá na cabeça para lembrar que D’us esta acima de nós, acompanhando e observando nossos atos. Ela será usada durante toda a cerimônia judaica e poderá ser guardada como recordação.

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O Kitel: É uma veste tradicionalmente usada em Yom Kipur, sob seu terno. É esse o seu traje durante toda a cerimônia da chupá. O kitel lembra uma mortalha. Mesmo neste seu dia mais feliz o homem deve lembrar que é mortal. Este pensamento afastará a pessoa do pecado, pois terá sempre D’us em mente. Recordar o dia da morte é também um lembrete para o casal que o casamento deve perdurar até o último dia de suas vidas.

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Ketubá: É o contrato judaico de casamento, demonstra que os noivos não vêem o casamento apenas como uma união física e emocional, mas também como um compromisso legal e moral. Dois homens seguidores das mitsvot servem de testemunhas no ato da assinatura da Ketubá, assegurando que tudo seja feito de acordo com a prática legal e tradicional judaica.

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O contrato pode ser feito com antecedência, mas há um costume de realizá-lo logo antes da chupá. Após a leitura do documento, as mães dos noivos quebram um prato de porcelana. O prato de porcelana é quebrado para indicar que como a porcelana nunca pode ser consertada, um contrato de noivado quebrado é muito grave.

O Talit: No Monte Sinai, no “Grande Casamento” entre D’us e o povo de Israel, os judeus tiveram a visão de D’us envolto em um talit, xale de orações. Por este motivo, é um antigo costume judaico que a noiva dê ao noivo um talit novo como presente antes do casamento (e o noivo presenteia a noiva com um par de castiçais).

O Cortejo: O noivo chega primeiro à chupá, lembrando a outorga da Torá. D’us apareceu na montanha e precisou esperar o povo de Israel. Outro motivo porque o noivo vem primeiro é que um casamento só pode ser ajustado com o consentimento da mulher. Por isto, ela vai à chupá para o noivo, mostrando que realmente deseja este casamento.

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É costume que os noivos não levem nada nos bolsos, nem usem jóias durante a cerimônia da chupá, para indicar que cada um é aceito pelo outro por aquilo que é e não por causa das suas posses.

A Entrada da Noiva: A noiva entra com seu pai e o rosto descoberto. O pai entrega sua filha ao noivo e recita uma benção. Ao ser entregue ao noivo, ele cobre o rosto da noiva com o véu e então eles caminham juntos até a “Rupá”. O significado tem algumas origens bíblicas e também simboliza que o noivo não esta interessado em sua beleza exterior, pois ela se vai com o tempo e somente seu interior permanece.

As sete voltas: Ao chegarem à chupá, a noiva, os pais (e, segundo a tradição de alguns, até os avós) circundam o noivo sete vezes. Este é um costume de origem cabalística, difundido apenas entre as comunidades judaicas ashkenazitas (ocidentais). As voltas são alusivas aos sete dias da Criação. Outro significado para as sete voltas podem ser as sete expressões de noivado entre D’us, o noivo, e Israel, a noiva. “Eu te consagro a Mim para sempre. Eu te consagro a Mim em misericórdia e em julgamento, e em amor, e em retidão. Eu te consagro a Mim em fidelidade, e tu conhecerás D’us.”. Também recorda as sete vezes que as tiras dos tefilin são enroladas no braço do homem. Assim como o homem se liga em amor a D’us, assim ele é “amarrado” à sua esposa, entre outras razões.

Após terminar as sete voltas, a noiva fica ao lado direito do noivo, em sinal que estará sempre a seu lado para qualquer ajuda.

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Madrinhas e Padrinhos: Este costume é diferente em cada país. Nos Estados Unidos, por exemplo, os casamentos judaicos tem “madrinhas e padrinhos”. Não chamamos assim, mas a ideia é a mesma, já que os amigos dos noivos entram e ficam na “Rupá” durante a cerimônia!No Brasil não se tem este costume. É mais comum entrar apenas as família (pais e irmãos, basicamente).

A aliança: A entrega da aliança pelo noivo e sua aceitação pela noiva constitui o ato central da santificação do casamento. É um vínculo eterno que fica estabelecido. A partir do momento em que a aliança é colocada no dedo da noiva, o casal, de acordo com a Lei Judaica, é considerado casado. A aliança simboliza o elo numa corrente, também um círculo sem fim representando o ciclo da vida.

O ato de dar o anel também simboliza a transferência de poder e autoridade. Assim o marido simbolicamente transfere à sua nova esposa a autoridade sobre seu lar e tudo que se encontra nele. A partir deste momento tudo em sua vida será repartido.

A Taça de Vinho: O vinho é um símbolo de alegria na tradição judaica e está associado com o Kidush, a reza de santificação recitada no Shabat e nas festividades. Os noivos devem beber o vinho no mesmo copo, num gesto de partilha total.

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A quebra do copo: O ato final da cerimônia é a quebra de um copo de vidro pelo chatan, lembrando a todos que mesmo na maior alegria pessoal devemos lembrar a destruição do Templo Sagrado de Jerusalém e continuar a almejar pela sua reconstrução.

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A quebra dos copos também lembra as primeiras Tábuas da Lei, quebradas após o “Grande casamento” entre D’us e o povo de Israel; que somos mortais e devemos nos casar e multiplicar; que somos como vidro, que mesmo quebrado, pode ser reconstituído, como através de nosso sincero arrependimento somos perdoados.

Listamos aqui 12 curiosidades e significados do casamento judaico, mas a cerimônia judaica é muito mais rica em suas simbologias e tradição. Esperamos que tenham gostado do post e se for ter um casamento nas tradições judaicas não deixe de pedir um orçamento.

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